sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Porque a galinha atravessou a rua


Algumas respostas para esse dilema:

O que disseram as grandes mentes?

Platão: porque buscava alcançar o bem.

Aristóteles: é da natureza dos frangos cruzar a estrada.

Freud: a preocupação com o fato de o frango ter cruzado a estrada é um sintoma de insegurança sexual.

Maquiavel: a quem importa o porquê? Estabelecido o fim de cruzar a estrada, é irrelevante discutir os meios que utilizou para isso.

Marx: o atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe social de frangos, capazes de cruzar a estrada.

Einstein: se o frango cruzou a estrada ou a estrada se moveu sob o frango, depende do ponto de vista. Tudo é relativo.

Sócrates: tudo que sei é que não sei.

Parmênides: o frango não atravessou a estrada porque não podia mover-se. O movimento não existe.

Darwin: ao longo de grandes períodos de tempo, os frangos têm sido selecionados naturalmente, de modo que, agora, têm uma predisposição genética a cruzar estradas.

Blaise Pascal: quem sabe? O coração do frango tem razões que a própria razão desconhece.

Sartre: trata-se de mera fatalidade. A existência do frango está em sua liberdade de cruzar a estrada.

Nietzsche: ele deseja superar a sua condição de frango, para tornar-se um superfrango.

Richard Dawkins: na verdade são os genes para atravessar a rua que estão de fato atravessando a rua. O frango é apenas uma forma que os genes encontraram para realizar essa tarefa.

Pavlov: porque antes eu tocava uma sineta e oferecia alimento ao frango do outro lado da rua. Agora, após vários experimentos iguais, basta tocar a sineta sem lhe dar alimento que ele a atravessará.

Clarice Lispector: a essência do frango está nas suas patas. As patas têm o frango. Quem vê as patas, vê o frango. A essência das patas é o correr, o correr abstrato. A estrada é a essência do correr. Quem vê o correr, vê a estrada.

Hipócrates: devido a um excesso de humores em seu pâncreas.

Kant: o frango seguiu apenas o imperativo categórico próprio dos frangos. É uma questão de razão prática.

Estóicos: o frango atravessou a estrada porque esse é um acontecimento necessário. É o destino. Já estava previsto pela ordem universal do cosmos.

Epicuristas: é prazeroso ao frango atravessar estradas. O que você acha, amigo?

Filósofos da escola de Frankfurt: é uma questão medíocre imposta pelos mentores de uma arte de massas que transformou a imagem de um frango em mais um produto da indústria cultural.

Filósofos medievais: para responder a tal questão, devemos primeiro deliberar se a expressão “frango” é puro termo esvaziado de sentido ou se a palavra que expressa a idéia genérica e universal de frango, ou ainda se se trata de um frango concreto em particular.

Martin Luther King: Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos serão livres para cruzar a estrada sem que sejam questionados seus motivos.

Schopenhauer: no ato de atravessar, está fugindo de si mesmo numa tentativa de aliviar o tédio e sofrimento que é estar vivo neste mundo sem sentido.

Newton: 1) Frangos em repouso tendem a ficar em repouso; frangos em movimento tendem a cruzar a estrada. 2) por causa da atração gravitacional exercida pelos outros frangos que já estavam do outro lado da estrada.


Star Wars Flashmob - Muito bom também

Flashmob Carmina Burana - Fantastico

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

RPG - Programa da Eliana - ÉPICO!



Por essa gata eu até passaria para Aliance.

19 de Outubro - Dia do Profissional de Informática




O mercado da área de informática é vivo, ou seja, está constantemente crescendo e mudando de foco. Isso significa que o que é essencial hoje, amanhã pode nem mais existir. Por esse motivo, exige-se que seus profissionais estejam em constante formação e busca por novos conhecimentos.
A formação técnica ou superior não garante conhecimento, nem tão pouco avalia um profissional. Serve sim como uma importante ferramenta no seu desenvolvimento.


Ser um "profissional de informática" é algo muito relativo e complexo, pois a informática abrange uma grande gama de setores, os quais exigem grande conhecimento e domínio de ferramentas só empregadas àquele setor. Na maioria das vezes, ter um diploma de curso superior ou até mesmo uma pós-graduação não significa que se tem o conhecimento completo da área em que se forma. Ao contrário, uma pessoa autodidata, que se mantém atualizada quanto às tendências de mercado e às novas tecnologias, possui igual ou maior conhecimento do que um profissional com vários anos de formação.


Analisando dessa forma, podemos indagar:

Então alguém que estuda e domina a técnica da cirurgia cardíaca pode sair por aí operando pessoas com problemas no coração?
Não. Como no caso do médico, é preciso que o profissional de informática obtenha uma autorização junto aos órgãos competentes para que possa exercer suas atividades e ser responsável por elas. E é exatamente isso que falta na área de informática: um órgão de classe que regulamente, proteja e reja a profissão das pessoas ligadas aos vários setores da informática. Não estou querendo que somente os profissionais com diplomas de cursos superiores possam fazer parte do mercado, mas é realmente preciso que se faça algum tipo de certificação para que o profissional de informática possa atuar na sua área e estar ao mesmo tempo que sendo responsabilizado por seus atos, também se sentir amparado por alguma norma.


Fonte - pefsert2011.blogspot.com.br
www.vivaolinux.com.br

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Força Aérea americana produziu disco voador


São Paulo — Nos anos 50, a Força Aérea dos Estados Unidos encomendou o projeto de um disco voador supersônico à empresa canadense Avro Aircraft. Alguns detalhes desse exótico empreendimento tecnológico se tornaram públicos, nesta semana, após a liberação de documentos antes classificados como secretos.
O projeto 1.794, de 1956, era audacioso. Ele previa a construção de um disco voador capaz de decolar e pousar na vertical. Essa prodigiosa aeronave deveria voar a uma velocidade entre 3.700 e 4.900 quilômetros por hora, de três a quatro vezes a velocidade do som. Poderia subir a 30 mil metros de altitude.
São características que superam as do SR-71 Blackbird, o detentor do recorde mundial de velocidade para aviões. Esse jato espião, que foi usado pelos americanos entre 1966 e 1998, atingiu 3.529 km/h em seu voo recordista, em 1976. O recorde não foi quebrado até hoje.
Os documentos recém-liberados incluem desenhos mostrando como deveria ser a exótica aeronave. Ela não faria feio num filme de ficção científica dos anos 50. A única especificação destoante era o alcance de 1.800 quilômetros, modesto em comparação com as distâncias voadas pelos aviões de hoje.
O projeto foi cancelado em 1961. Pelo que se sabe, o máximo que os engenheiros conseguiram foi construir protótipos que se elevavam poucos metros acima do chão, e por apenas alguns minutos. Eram instáveis, perigosos, lentos e incapazes de levar cargas pesadas. Alguns desses protótipos podem ser vistos no vídeo abaixo.

Na minha opinião, "Ovnis" na verdade sempre foram maquinas ou veículos totalmente terraqueas. Desde a época de Hitler até mesmo de Leonardo da Vinci já existiam protótipos e até mesmo modelos de aviões e maquinas voadores com formatos estranhos.
Os americanos "roubaram" muitos projetos alemães, assim como "importou" a tecnologia de foguetes dos alemães que dessa época através da convocação "voluntaria" de cientistas Nazistas em troca do perdão pelos seus crimes.
Apesar de ser menos evidente do que a extravagancia de Hitler em buscar novas tecnologias, os americanos tem a mesma sede em obter novas tecnologias a todo custo.
Existe um episodio de um programa no History Channel que mostra desenhos de projetos secretos Nazistas, mas que após algum tempo esta sendo desenvolvida pela NASA.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Desafio


Em certo país, não há “moderados”: todos os políticos são divididos em duas classes possíveis: “A”, daqueles que sempre mentem, ou “B”, dos que sempre dizem a verdade.

Um analista político estrangeiro, tomando cafezinho com três
parlamentares, perguntou ao primeiro de que classe ele era. O político, muito rouco por causa dos comícios, murmurou algo incompreensível. O segundo parlamentar disse:

- Ele falou que é da classe A.

Imediatamente, o terceiro disse ao segundo:

- Você é um mentiroso.

Qual é a classe do terceiro parlamentar?